Mesmos imóveis, novo público: como a MG2 Imóveis Especiais ampliou o interesse nos anúncios
Quando o imóvel é bom, mas o anúncio não consegue comunicar isso.
No mercado imobiliário, o comprador não avalia o potencial do imóvel. Ele avalia o que vê.
Essa é uma distinção simples, mas que muda completamente a lógica da divulgação. E foi exatamente ela que João Pedro de Góes, da MG2 Imóveis Especiais, identificou no dia a dia da operação.
A carteira da MG2 reúne propriedades com ótimos atributos: localização, acabamento, metragem. Mas uma parte desses imóveis chegava ao anúncio com uma barreira visual difícil de ignorar, mobiliário datado, espaços ainda no contrapiso, ambientes que não transmitiam o que o imóvel tinha a oferecer.
O resultado era previsível: menos engajamento, menos visitas e um perfil de interessado que simplesmente não se conectava com o que via.
O problema não era o imóvel
Imóveis antigos, vazios ou em obra enfrentam um desafio particular na etapa do anúncio.
Sem referências visuais claras, o comprador não consegue se projetar no espaço. Ele vê concreto onde poderia ver uma sala de estar. Vê móveis de outra época onde poderia ver possibilidades.
E quando o esforço de imaginação é grande demais, o interesse simplesmente não evolui.
Foi nesse ponto que a MG2 passou a trabalhar com a RUUM.
A RUUM como caixa de ferramentas visual
A parceria com a RUUM não seguiu uma fórmula única. Dependendo do imóvel, a solução aplicada variava: ambientação virtual em espaços vazios, atualização de decoração em imóveis mobiliados, ou uma combinação dos dois.
O que permanecia constante era o objetivo — tornar o potencial do imóvel visível ainda na etapa do anúncio, antes de qualquer visita. Nas palavras do próprio João:
"Tivemos um aumento significativo de engajamento e visitas nos imóveis em que fizemos alguma ambientação."
O que mudou depois do Virtual Staging
Os efeitos foram percebidos de duas formas distintas.
A primeira foi quantitativa: mais acessos, mais contatos, mais visitas agendadas nos imóveis que passaram pela ambientação virtual.
A segunda foi qualitativa, e talvez mais reveladora. Os imóveis que antes eram rapidamente descartados por parecerem antigos ou vazios passaram a despertar o interesse de um público mais jovem, que conseguia visualizar o potencial do espaço a partir do anúncio.
O aprendizado para o mercado
A experiência da MG2 reforça uma mudança que já está em curso no comportamento do comprador de imóveis.
A decisão de agendar uma visita (ou de ignorar um anúncio) acontece cada vez mais cedo, com base quase exclusiva na experiência visual online. Nesse contexto, a apresentação do imóvel deixou de ser detalhe estético para se tornar parte central da estratégia comercial.
Para imobiliárias que trabalham com imóveis não mobiliados, antigos ou no contrapiso, a apresentação deixa de ser uma limitação e passa a ser uma estratégia.
E quando isso acontece, o mesmo imóvel passa a conversar com um público que antes nem chegava a considerá-lo.
Quer aplicar essa mesma abordagem na sua carteira de imóveis?